A importância da Assessoria de Marketing Pessoal para Artistas

Entrevista para Folha da Zona Sul com Thais Barbeiro sobre a importância da Assessoria de Marketing Pessoal para Artistas

Por Ronan Horta

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“Eu não vendo ninguém para a arte.

Eu ensino as pessoas a se venderem, a serem proativas e empreendedoras. Ensino como o artista

deve ir em busca do seu próprio dinheiro,

e não ficar em casa esperando o seu sonho cair do céu.”

Thais Barbeiro

Ronan Horta: O que é este trabalho de assessoria para artistas?

Thais: É um trabalho inovador. Todo mundo precisa saber se vender, poucos sabem fazer isso. O artista não pode depender de uma agência ou um agente para indicar tudo e como ele precisa fazer. São poucos que conseguem essa atenção diferenciada de uma agência. E aqueles que estão começando no mercado, são apenas mais uma agulha no palheiro no meio de tantos outros profissionais. O artista deve ter o seu diferencial. E é preciso saber como fazer isso. Qual caminho trilhar? Como ser lembrado? Essas são algumas questões que falamos nessa assessoria. E para os artistas que já estão no mercado faz muito tempo e os que estão no ar com coisas bacanas, é preciso um apoio. Um reforço na divulgação de sua imagem de forma a mantê-los sempre em evidência. E manter suas redes sociais e blog “bombando”.

Ronan Horta: É preciso ter um plano de carreira? Mesmo na profissão artística?

Thais: Claro que sim! Não se pode contar apenas com a sorte! Você tem que saber exatamente qual é o próximo passo a dar. Planejamento, foco e organização na vida artística criam o seu diferencial. No geral os artistas são desorganizados neste sentido, e isso implica no setor emocional e descontrole financeiro.

Ronan Horta: Como você consegue estimular profissionais da arte a fazerem uma análise das suas próprias competências e habilidades e colocarem um foco determinado num setor que gostem mais?

Thais: Sinto que muitos que me procuram estão completamente perdidos ou desestimulados. O principal motivo é a baixa autoestima muitas vezes. Noutras, um simples fator de desorganização e falta de habilidade de lidar com projetos empreendedores. Vê-se uma passividade, na forma de esperar que algo vai cair do céu. Um contrato perfeito, o convite certo na hora certa. E isso acontece? Sim! Pode acontecer, mas tudo é resultado de uma energia gerada para isso. Alguns casos as pessoas possuem excesso de autoestima e desenvolvem um projeto atrás do outro em diversos setores sem foco algum. E criando uma confusão ainda maior na cabeça dos produtores de elenco. Não quero o “pseudo-artista”. Quero o artista realizador. E tudo isso começa na construção de uma imagem. Seja para uma pessoa iniciante na carreira ou para um veterano. Os tempos mudam, e também é preciso se atualizar de como funcionam as coisas nos tempos rápidos dessa era “internética” de comunicação descartável.

Ronan Horta: E é difícil para o artista aceitar que alguém precisa muitas vezes “colocar o dedo na ferida” e expor a ele a importância de sua imagem e a forma como ele e é visto pelas pessoas. Como você faz isso?

Thais: Normalmente eu analiso todo material que essa pessoa tem antes de fazer essa consultoria. Fotos, Links de Vídeos, Redes Sociais, etc. Se precisar dizer algo difícil, como: Você precisa emagrecer, estas fotos estão horríveis, você não vai conseguir trabalhar com este tipo de roupas que utiliza, sua atuação nos vídeos está ruim, você precisa estudar mais, você está fazendo os cursos errados para o tipo de trabalho que você quer focar em sua profissão, etc. Em apenas 1 hora, eu consigo resolver muita coisa. Eu faço por escrito um documento que envio para meu cliente sobre essa análise prévia, apontando o que não está bacana, o que precisa de maiores investimentos, sejam em cursos, beleza, fotos, vídeos, entre outros. Eu costumo passar uma lista de indicações minhas, de lugares e pessoas de confiança no eixo São Paulo e Rio de Janeiro, pois são os locais que trabalho e eu mesma costumo utilizar os serviços destes profissionais. Não ganho nada com estas indicações. Apenas a certeza que este artista estará bem encaminhado, e em boas mãos. Assim meu trabalho ganha mais confiança e todos ficam satisfeitos. Eu também indico as melhores agências e contatos de importantes produtores de elenco. E o trabalho mais difícil de todos é sensibilizar os profissionais da importância da mudança de comportamento. E a continuidade que se deve ter em saber o que se postar nas redes sociais na hora certa e no momento certo. Bem como ter um bom mailing, uma boa rede de relacionamentos entre outros. As pessoas só indicam quem confiam. E o primordial é passar essa confiança e segurança. Saber construir um bom portfólio profissional, muda a vida do artista. Somos resultado de tudo que fazemos. Saber dizer sim e dizer não também é primordial. Credibilidade, confiança e segurança são as palavras chaves para o sucesso em qualquer profissão. E no caso artístico, para atingir este patamar é necessária uma cultura de aceitar críticas construtivas, e saber que sempre se pode aprender mais do que se acha que sabe. Sempre. Afinal, ninguém é perfeito. E a maior arte de todas é reconhecer e trabalhar em cima de nossas imperfeições e na imagem que elas passam ao público e aos contratantes.

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Saiba mais sobre Thais Barbeiro.

 

Entrevista com Atriz Thais Barbeiro (Clipe Mozão) para o Blog da Vivinh

Entrevista com a Atriz Thais Barbeiro para o blog da Vivian Schaefer.

Acesse: http://blogdavivinh.blogspot.com.br/

Atriz Tha Lopes_

Por Vivian Schaefer

Nome: Thais Barbeiro Lopes

Nome artístico: Thais Barbeiro

Idade: 32

Profissão: Atriz

Uma mania: Escrever

Um sonho: Ser protagonista de um filme nacional

Não vive sem: Minha gata persa Clarinha

Como você define seu estilo?

Casual, descolada, às vezes chique.

Quais itens de roupas e make são indispensáveis para você?

Make básico, tem que ter curvex e muito rímel. Batom cor de boca. Amo usar um cachecol, ou lenço no pescoço. Brinco pequeno e só.

O que gosta de fazer nas horas vagas?

Amor ir à praia, e andar de bicicleta. Adoro fazer trilhas, ir ao cinema e namorar.

Dica de beleza:

Ser feliz é a primeira delas. Alimentação sem carnes de nenhuma espécie. Nada de bicho morto. Nada de álcool, nada de drogas. To fora.

A melhor experiência que já viveu?

Mudar para o Rio de Janeiro. Ainda estou vivendo esta nova experiência.

Como foi o início da sua carreira? Sempre se imaginou atriz?

Comecei aos 10 anos de idade em Santos num grupo de teatro amador. Sempre tive certeza que seria essa a minha profissão.

Como foi participar do clipe do Lucas Lucco? Como foi viver uma personagem com câncer de mama?

Foi incrível. Uma experiência maravilhosa como atriz, de muita doação para uma personagem. E muito bom poder passar essa mensagem para mais de 30 milhões de pessoas que viram o clipe até hoje.

Antes do clipe, qual era sua visão diante deste tema?

Não conhecia muito sobre o assunto.

Quais são seus próximos projetos?

Hoje estou focada no teatro e no trabalho de preparação de atores aqui no Rio. Quero em breve fazer novelas e cinema.

Blog da Vivinh: Quero te agradecer por estar compartilhando um pouquinho da sua vida comigo e com as leitoras do blog, e de coração te desejo ainda mais sucesso! E parabéns pelo clipe, ficou muito lindo mesmo, eu vi umas 5 vezes e 6 chorei hahaha. Parabéns e tudo de melhor na sua vida!

Muito obrigada pela oportunidade!

Entrevista com Atriz Thais Barbeiro (Clipe Mozão) para o Blog Envolvida.com

Por Carol Damaso

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1) Como chegou o convite de fazer o clipe? Como tomar a decisão em aceitá-lo?

Recebi um telefonema de uma agência de atores que eu trabalhava em São Paulo com a proposta. O diretor e a equipe de produção me aprovaram pelo material que estava em meu site: www.thaisbarbeiro.com e pelo meu portfólio como atriz. Não fiz teste.

Decidi aceitar, pois sabia que seria um trabalho importante. Algo forte que poderia ajudar muita gente. E adoro desafios no meu trabalho como atriz. Pois seria como fazer cinema mudo. Quase um curta metragem, com uma belíssima história de amor, que passa uma mensagem incrível e atinge um público de diferentes idades e perfis.

2) No clipe, você se emociona muito, essa emoção foi pela causa ou mesmo pela perda do cabelo?

Não estava ligando pela perda dos cabelos. Cabelo cresce. E isso não era o mais importante. A emoção veio de saber que naquele exato momento existiam milhares de mulheres passando por uma situação real. E toda a minha emoção veio de lembrar de cenas com meu pai, que perdi há cerca de 4 anos com câncer. Ele passou seus 2 últimos anos de vida em estado praticamente terminal, sabendo que iria morrer a qualquer momento e que era um caminho sem volta. E toda a família viveu este drama junto com ele. Dando muito amor e muita força até o final. Todas estas cenas juntos vieram em minha mente e dediquei este clipe a ele.

3) O que mudou no modo de se ver como mulher? Perdeu sua autoestima, feminilidade ou sexualidade?

Nada mudou. Ganhei uma peruca da produção, a mesma que usei no clipe para fazer a fase inicial com cabelos bem compridos, pois quando cortei os meus cabelos estavam com corte Chanel. Não quis usar lenço ou algo do tipo. Usava chapéu para proteger a careca do Sol forte, pois peguei um verão intenso. Mas assumi a careca.

4) Sentiu algum preconceito por parte das pessoas que te viam assim careca?

Senti que as pessoas me olhavam de forma diferente na rua. Havia um pré-conceito no ar. E alguns não se aguentavam, faziam perguntas. Era engraçado e triste ao mesmo tempo ver a reação das pessoas. Eu me coloquei na situação de uma mulher real com a doença. Não seria bacana para uma pessoa doente com a autoestima baixa receber tantos olhares e tantas perguntas. Eu não estava ligando. Mas acredito que uma mulher com a doença deva ficar muito chateada com toda esta ignorância das pessoas.

5) Quais alternativas você encontrou para manter seu lado mulher?

Usar roupas bem femininas. Vestidos curtos, saias. Sapatilhas. Um visual sempre romântico. Isso funcionou bem com a careca.

6) Como você entendia o câncer de mama e a perda do cabelo antes desse papel? Sua opinião e esclarecimentos mudaram?

Eu não sabia muito sobre o câncer de mama. Sabia que era uma doença triste como qualquer câncer. Sabia sobre ter que fazer o autoexame frequentemente. Mas entendi a seriedade da coisa ao travar contato com as mulheres do Grupo Andanças que fizeram parte do clipe e deram seus depoimentos reais. O clipe foi muito importante para alertar as pessoas que isso pode acontecer na vida de qualquer um quando menos se espera, e o mais importante é ter a família ao nosso lado sempre apoiando e dando força.

7) Deixe uma mensagem a mulheres que passaram pelo câncer de mama e que hoje se veem sem seus cabelos!

Cabelo cresce! Sua vida é mais importante. E no final, tudo dará certo. Se ainda não deu certo, é porque ainda não chegou ao final.

Saiba mais em: http://www.envolvida.com/

Entrevista com a atriz Thais Barbeiro sobre o clipe Mozão do cantor Lucas Lucco para o Grupo Andanças de Sorocaba

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A Aline Souza Pedro 29 anos, paciente do GRUPO ANDANÇAS de Sorocaba, direcionado pela Drª Elisa Neiva Vieira fez uma entrevista comigo depois que eu protagonizei o clipe “Mozão”, do cantor Lucas Lucco.
No clipe, pra quem ainda não viu – eu interpretei uma personagem com câncer de mama.

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– Entrevista –

Aline: Como foi para você atriz viver uma personagem com câncer de mama ?

Thais: Foi emocionante ter a oportunidade de viver esse papel porque pude mostrar uma realidade diferente do que muitas mulheres vivem: minha personagem teve apoio de seu parceiro, coisa que nem sempre acontece (infelizmente) na realidade. Não é um momento fácil, então se há apoio por parte do companheiro, é mais fácil enfrentar essa realidade que nenhuma mulher deseja pra si.

Aline: Como a proposta de viver uma personagem com câncer chegou ate você?

Thais: Minha agência me consultou para o trabalho. Fui aprovada diretamente pelo meu site www.thaisbarbeiro.com onde tem todo o meu portfólio profissional como atriz. Antes de mim, quatro outras atrizes recusaram fazer este papel. Eu não. Agarrei a oportunidade com unhas e dentes.

Aline: Qual o momento mais importante do clipe?

Thais: A cena do pedido de casamento na minha opinião. Pois mostra que mesmo com câncer e careca, a mulher pode ser desejada, amada e ser tratada como uma rainha. É assim que os homens devem fazer com suas mulheres.

Aline: E momento mais difícil?

Thais: A cena do corte de cabelo. Eu confesso que não era apegada ao meu cabelo. Por mim, cortaria numa boa. Não estava com medo de ficar careca. Mas fiquei preocupada em passar a emoção de forma verdadeira mesmo sem falas, sem texto, sem sons de choro, apenas com o olhar e a expressão. E para isso pensei muito em meu pai que morreu de câncer neste momento. E em todas as mulheres que estavam sofrendo com este mal. Foi como fazer cinema mudo.

Aline: Como foi seu encontro com histórias reais de guerreiras e vitoriosas ao câncer de mama?

Thais: Adorei conhecer tantas vencedoras! As mulheres do grupo Andanças que participaram do clipe mostraram de forma real toda a sua coragem. Ensinaram que câncer de mama tem cura.

Aline: E como foi para você lidar com a vaidade? Afetou a sua sensualidade ficar careca?

Thais: Temos que ser criativas! De forma alguma! Adorei a sensação de ficar careca. Percebi que gostava mais de brincos pequenos, nada de maquiagem, roupas mais femininas, saias e vestidos mais curtos, decotes e por aí vai. Temos que dançar conforme a música. Roupas que antes caiam bem com meu antigo cabelo, não combinavam mais com a minha careca. Inovei meu guarda-roupa e encurtei algumas peças. Quanto mais feminino melhor.

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Aline: Como ficou sua sexualidade? Sentiu diferença em ser careca neste sentido?

Thais: De forma alguma. Sou muito bem resolvida com isso! E se um rapaz gosta de verdade de você, vai querer você careca ou não. O tipo de homem que eu gosto, é um homem que gosta de uma mulher com personalidade e atitude. E se é assim que eu sou, ele deve gostar de mim desta forma e querer ficar comigo deste jeito.

Aline: Como é se ver sem os cabelos? Como foi o preconceito das pessoas? Na sua opinião você acha que ficou menos feminina?

Thais: Eu gostei. Cabelo cresce. É bom mudar. Desapegar-se. A vida é feita de novidades e experiências. Somos o resultado de tudo que vivemos até hoje. Acho que fiquei mais forte, com ainda mais fibra e determinação. O preconceito de fato existe e é muito triste.

Aline: Como é estar careca nas ruas? Qual a reação das pessoas?

Thais: Muita gente me olhou de forma estranha nas ruas, o que me fez pensar no quanto difícil deve ser para uma mulher que precisa raspar o cabelo, enfrentando uma doença e a expressão de horror das pessoas. Eu não estava doente, meu cabelo irá crescer novamente, mas fiz isso porque era parte do trabalho, da minha personagem. Não era eu, sobrevivendo a uma doença.

Aline: Você se arrepende de ter raspado o cabelo?

Thais: Nem pensar! Amei a experiência e raspei novamente depois de um mês do clipe para fazer as fotos para a Campanha contra o câncer de mama na internet. As fotos estão disponíveis para serem compartilhadas em meu blog pessoal: www.thaisbarbeiro.com/blog

Aline: Como foi trabalhar com o Lucas Lucco? Qual mensagem você deixa para ele?

Thais: Amei. Ele é simples e mesmo sem ser ator se emocionou de verdade em algumas cenas. Gosto de gente do bem assim como ele. Ele encanta por sua forma leve de ser. O Lucas é descomplicado. Se arrisca. E teve essa ideia incrível de fazer um clipe com este tema aos 22 anos. Ele tem o meu respeito.

Aline: Você teve casos de câncer na sua família?

Thais: Sim. Infelizmente perdi meu pai, e meu avô paterno com câncer. Outras pessoas da família passaram ou passam por situações difíceis com a mesma doença. De fato o meu DNA não deve ser muito bom! (risos). Quem sabe fazendo este clipe e esse bem enorme de informar as pessoas fujo um pouquinho da chance de ter a doença em breve também, rs. Temos que pensar positivo. Creio que as nossas emoções e a nossa forma leve de ver a vida ajudam para que não fiquemos doentes.

Aline:  Antes desse clipe qual era sua visão sobre o câncer de mama?

Thais: Eu tinha medo, sempre fiz o auto-exame. Mas confesso que não sabia quase nada do que sei hoje. Aprendi muito com o clipe e com as Drª Elisa que contou vários casos que me entristeceram. Aprendi com vocês do Grupo Andanças que câncer de mama tem cura.

Aline: Depois do clipe o que mudou em relação ao seu trabalho? Por ter raspado o cabelo apareceram propostas interessantes de trabalhos ou diminuíram?

Thais: Estou de mudança para o Rio de Janeiro e vou trabalhar como atriz lá. Em breve vocês vão me ver no teatro, no cinema e em novelas. Minha carreira de atriz está numa crescente total. Estou muito feliz.

Aline: Em menos de um mês da estreia do clipe, esse lindo sucesso com mais de 6 milhões de visualizações, o que você tem a dizer? Tinha noção que faria este sucesso?

Thais: Tinha noção que seria um trabalho muito importante, mas de fato a rapidez que tudo está acontecendo eu não imaginava não… (risos)

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Aline: Que mensagem você deixa para as mulheres?

Thais: Façam o auto-exame. E para qualquer situação difícil que tivermos de passar em nossas vidas, temos que mentalizar que tudo vai dar certo, manter um sorriso no rosto e lutar para vencer. Pois assim seremos vencedoras.

Paciente Aline Souza Pedro do Grupo Andanças Grupo Andanças contra o câncer de mama

Paciente Aline Souza Pedro – Grupo Andanças